Engates no WC
Ele foi, mas não quis que eu entrasse, por isso voltei para os urinóis para ver se algum dos que ali estava valia a pena. Fiquei ao lado de um "daddy", cerca de 50 anos, 1,75m, bem constituído, cabelo curto grisalho, óculos escuros e cara de tarado, também com um bom caralho e colhões enormes, pesados e rapados (adoro colhões grandes, de macho!). Ele tinha acabado de se esporrar, tinha o urinol cheio de leite, mas continuava bem duro e isso excitou-me.
Levantou os óculos escuros e começou a olhar-me intensamente, piscando-me o olho com cara de sacana, enquanto ia abanando a verga para provocar-me discretamente. O pessoal que estava ali nos urinóis foi saindo até ficarmos só nós e eu agarrei aquele pau, sentido-o bem firme enquanto ele sorria com ar de porco. Comecei a bater-lhe uma punheta ao de leve e ele enfiou uma mão dentro das minhas calças, começando a procurar o meu buraco que já piscava de desejo.
"Mama-mo!", disse ele, e depois me empurrou a cabeça em direção ao pau duro, à bruta, e eu abocanhei-o imediatamente, aproveitando aquela cabeça macia, e aquele gosto a esporra saborosa, que me confirmou que se tinha acabado de esporrar.
Enquanto eu o mamava como um bezerro esfomeado, por entre gemidos, e acariciava aqueles tomates bons, ele pôs-me o cu de fora, apanhou alguma da sua esporra que estava no urinol e esfregou-ma pelo buraco, apanhando mais e enfiando-a dentro de mim com um dedo, fazendo-me delirar. "Que cu tão bom, paneleiro!"; disse a abrir-me com as mãos para que o leite que me tinha metido nas bordas de espalhasse.
Nessa altura o quarentão careca saiu do privado e juntou-se a nós, ficando ao meu lado e eu com a boca cheia de caralho, agarrei-lhe a verga, não deixando de mamar o outro, até que me virei para ele e o mamei também, ficando ali entregue àqueles machos que estavam ambos a mexer-me no cu deixando-me ainda mais esfomeado e a gemer.
Ora chupava um, ora mamava o outro, até que eles se puseram lado a lado; "Põe-te ai de joelhos a mamar, para encheres bem a boca de caralho! Tens aqui dois só para ti!"; disse o "daddy" e eu obedeci imediatamente, continuando a servi-los com a boca à vez, até que eles juntaram os paus e me puseram os dois ao mesmo tempo na boca, que eu chupei, lambi, abocanhei como podia.
Entrou mais gente, tive de me levantar à pressa, o quarentão careca foi novamente para o privado e eu fiquei com o "daddy", que, depois de ficarmos sozinhos, me voltou a dar de mamar, enquanto me apalpava o cu cheio do leite que me tinha metido nas bordas, fazendo-me rebolar de desejo; "És uma puta boa e eu quero foder esse cuzinho bom!", disse quando me virou contra um urinol e começou a tentar entrar em mim.
Eu gemia à medida que mais um centímetro de caralho ia entrando, até que senti os colhões dele nas minhas nalgas, começando a foder-me que nem um louco, abrindo-me as nalgas com os dedos encostados às minhas bordas, apalpando-me o peito e apertando-me os mamilos. Eu gemia alto sem querer saber que alguém pudesse entrar, ouvir e ver-me ali a ser bem fodido. "És mesmo daquelas putas que adora levar com o caralho foda-se, não é cabra?"; acenei afirmativamente a olhar para trás e a lamber-me...
Uns 5 minutos, quando a foda estava já louca, fomos novamente interrompidos por outro que entrou, mal dando tempo para o meu macho se desenterrar e para eu tapar o rabinho. O macho queria mesmo continuar a foder-me, viu-se pelo ar chateado; fez-me sinal com a cabeça para irmos para o privado, foi e eu segui-o desejoso de sentir aquele mastro a enrabar-me mais e a despejar uma leitada na tripa.
Quando entrei ele já tinha as calças nos joelhos e a camisa aberta, mostrando-me um corpo de macho maduro bem constituído, sem pelos e muito excitante, e baixou-me as calças e despiu-me a t-shirt, curvando-me e virando-me imediatamente o cu para ele e enterrando o caralho no meu buraco já aberto e bem usado.
E fodeu como um a****l, ora à bruta, ora lentamente, dando-me nalgadas possantes, tirando todo rapidamente e enterrando-o de uma vez só até aos colhões, que iam batendo nos meus, rebolava a cintura fazendo-me senti-lo a entrar e sair de lado, apertando-me o peito, abrindo-me as nalgas para entrar ainda mais, lambendo-me as costas à porco. "Ui puta! Gostas não gostas? Adoras caralhão no cu! Se te apanho um dia numa cama esfarrapo-te todo..."
Eu gemia, arfava, acariciava aquele corpo sem pelos de paizão tarado, olhava para trás a apreciar aquela cara de macho sacana a lamber-me para o provocar, enquanto lhe mexia nos colhões, lhe empurrava o rabo para que ele entrasse ainda mais fundo, chegando ainda a enfiar mais dois dedos na cona com o caralho dele enterrado, enquanto rebolava como uma cabra.
Uns 15 minutos depois, já as minhas pernas tremiam, comecei a senti-lo bombar com toda a força agarrado à minha cintura até que urrou à macho, despejando o seu leite dentro de mim, que senti sair com aquele pau a latejar a cada esguicho. "Sente o meu leitinho quente no teu cu paneleiro, toma!"; dizia enquanto se esvaziava...
Arranjou-se, abriu-me as nalgas para ver o estrago no meu buraco e algum do leite que saiu, deu-me uma nalgada e ao sair ouvi-o falar com o quarentão careca, que estava no privado ao lado a ouvir a foda e lhe disse para eu ir para os urinóis. Voltou atrás, abriu a porta do privado e disse a rir com ar de porco: "Vai para ali que ainda tens que ir acabar de aviar aquele gajo de há bocado!" Lá fui...
Já nos urinóis, lá estava o quarentão careca à minha espera de camisa aberta a mostrar aquele corpo definido e peludo e o pau bem duro. Mesmo com um maduro que ali estava, pôs-me a mamar naqueles caralhão teso, enquanto o que assistia se virou para ver enquanto batia uma.
Depois do breve broche, virou-me, baixou-me um pouco as calças deixando o meu cu de fora, curvou-me para a frente, e encaminhou aquele mastro para o meu buraco, entrando sem qualquer dificuldade, pois já estava todo aberto e lubrificado com a esporra do outro. "Huuummmmm! Cu tão bom de panasca!"; disse quando começou a bombar ritmadamente e com grande velocidade, agarrado à minha cintura.
As minhas pernas tremiam e estavam bambas, mas o meu prazer era tanto que eu gemia novamente e ele não demorou mais de 2 minutos a esporrar-se, juntando o sei leite ao do outro com estucadas muito fortes. Quando o tirou o meu cu escorria e ele riu-se e disse: "Foda-se, tás todo esporrado caralho!"; saindo de seguida.
Eu sai logo a seguir a tremer de adrenalina e a sentir o leite dos dois a inundar os meus boxers...