Fudendo a Travesti Mulher do meu Amigo
Como era cedo ainda, passava um pouco das duas da tarde, topei e após andarmos uns duzentos metros chegamos à casa dele, pequena, mas bem aconchegante. Como estava bem calor ele disse pra que me sentisse em casa e ao vê-lo retirar a camisa, resolvi tirar a minha também. Carla por ser mulher (eu continuava achando isso) apenas ergueu mais a blusa prendendo-a abaixo dos seios, por sinal durinho e pontiagudo. Começamos a beber cerveja e logo Carla chegou com umas linguicinhas e batatas fritas e juntou-se a nós. o papo estava bem, pois nossa conversa estava sendo colocada em dia e não tardou pra desviar pro lado da sacanagem, das putarias, enfim, do sexo e perguntas com resposta daqui e dali, foi quando notei que Carla na realidade não era mulher e sim um lindo travesti e fingindo já ter percebido desde o início, elogiei-a, já que travecas bem femininas pra mim, trato-as como mulher e não tinha porque ser diferente. Neste instante Rodrigo disse que ambos tinham um caso, que eram praticamente namorados e perguntou se algum dia eu já havia me relacionado uma mulher assim linda como a Carla, mas de tripé. Com naturalidade disse que sim, que tinha um primo traveco tão linda como ela e sempre que tinha oportunidade dava uns pegos nela metendo muito no cusinho e jorrando meu leitinho na boquinha, vendo-a engolir todinho. Ao ouvir-me falar isso, Carla perguntou-me se eu não gostaria de fazer o mesmo com ela, pois adoraria sentir meu cacete (olhando diretamente na direção) que já estava duro, na boquinha, no cusinho e depois de volta na boquinha dela jorrando meu leitinho que ela me mostraria e depois engoliria tudo. meu cacete vibrou embaixo da bermuda que eu usava e Rodrigo olhando pra mim e já acariciando o cacete dele por cima do short, disse que era comigo, pois ele adorava ver a parceira gemer engolindo ou tendo uma pica enterrada no rabo dela. Não me fiz de rogado e já fui levantando-me e de pé na frente da Carla, oferecendo meu cacete pra ela chupar, o que fez de imediato, abaixando minha bermuda e cueca junto, segurando meu cacete e abocanhando-o todo de uma só vez, passando a chupá-lo em seguida. Rodrigo que nos assistia, por sua vez levantou-se e livrou-se do short, ficando com a pica dura e a mostra também. Carla me chupava e o punhetava ao mesmo tempo, depois trocava e voltava. Ficou assim algum tempinho até que também se livrou do shortinho e da blusinha, ficando apenas de calcinha vermelha, enterradinha na bunda e que bunda linda, sem falar nos seus belos seios durinhos com marquinha de bronzeado a mostra. Aquilo me animou ainda mais e quase gozei naquela boquinha, mas consegui me segurar e disse que queria meter no cusinho dela que mesmo sem tirar a calcinha, ficou de quatro sobre a poltrona, afastou-a pro ladinho e me ofereceu aquele lindo cusinho pra eu fuder.
Postei-me por trás dela, conduzi meu cacete pra aquele buraquinho, encostei a cabeça e passei a forçar a entrada sem dificuldade pra penetrá-la, pois já estava acostumada a dar. Passei a meter gostoso e ela rebolando pedia pra que eu não parasse. Enquanto eu a fodia, ela gemia, rebolava e mamava o cacete do Rodrigo, que vendo meu cacete entrando e saindo do cusinho da parceira dele, disse que ia gozar e inundou a boca da Carla, que sugou todo leitinho e disse que queria experimentar o meu também. Acelerei os movimentos de entra e sai e ela passou a gemer mais e mais. Sugeri que trocássemos de posição, então sentei-me na poltrona e pedi pra que ela m cavalgasse. Assim ela fez e com o cusinho subindo e descendo no meu cacete, ela começou a gemer ainda mais alto de prazer e ao ouvi-la gemendo e dizendo que estava gostoso demais, ao mesmo tempo que o Rodrigo pedia pra eu fuder a vadia dele com vontade, não consegui me segurar mais e disse que iria gozar retirando rapidamente meu cacete do cusinho dela livrando-o da camisinha, e dirigindo-o pra boquinha dela que passou chupá-lo com vontade até que aos jatos e mais jatos de porra inundaram-na, com ela aparando tudo e me mostrando antes de engolir e voltar a sugar meu cacete até a última gotinha.
Rodrigo que nos olhava disse apenas que nunca tinha visto Carla se entregar tanto pra outra pessoa que não fosse ele, como se entregou a mim. Disse-lhe que fiquei lisonjeado. Em seguida, tomamos um banho, nos arrumamos e eles foram comigo até o ponto de ônibus onde voltei pra minha casa, mas prometendo voltar a vê-los pra brincarmos mais um pouco