O inicio
Nas férias de escola no verão de 1996 eu ficava sozinha em casa porque a minha mãe estava muito doente internada no hospital e o meu pai tinha de ir trabalhar. Um dia dessas ferias ao principio da tarde eu uma muito precoce e muito sexualmente ativa *********te estava na minha garagem completamente nua a cavalgar em cima de um vizinho alguns anos mais velho deitado no chão quando vejo o meu pai na porta a espreitar e a ver-me a foder, quando ele se apercebeu que eu o tinha visto saiu de onde estava sem dizer nada, mas eu fiquei tão assustada que parei de cavalgar, sai de cima do homem dizendo-lhe que tinha ouvido o meu pai a chamar, o homem ainda mais assustado que eu quase desapareceu pela porta da parte de trás da garagem e eu fui para o meu quarto cheia de medo mas sem ver o meu pai em casa. Ao fim da tarde ele ligou-me a dizer para eu me vestir porque o meu avô me ia buscar para jantarmos em casa deles, fiquei super feliz porque lá em casa dos meus avós o meu pai não ia ralhar comigo e acabei por os convencer a deixarem-me dormir lá em casa com medo do que o meu pai iria fazer quando chegasse-mos a nossa casa pois eu estava com medo que ele me batesse coisa que graças a deus nunca aconteceu. No sábado seguinte de manhã relativamente cedo eu estava a ver bonecos na televisão deitada na minha cama nua como era normal mas coberta pelo lençol quando o meu pai aparece no meu quarto só em cuecas a taparem a piça que se notava bem tesa, mesmo por cima do lençol deita-se ao meu lado na cama e diz que queria conversar comigo uma coisa muito importante mas que teria de lhe prometer que não falaria com ninguém, imaginei logo que teria a ver com o ele ter-me apanhado a foder uns dias antes, fiquei cheia de medo mas prometi que ficaria só entre nós. Então com algum cuidado começou a dizer-me que como eu sabia a minha mãe já estava doente a vários meses, que ele não fazia sexo desde que ela adoeceu e que não tinha amigas com quem fazer nem queria ir ás prostitutas. Qual é o meu espanto quando ele muito frontalmente me diz que não sabia que eu já fazia sexo mas como me tinha visto a fazer com o vizinho e ele andava a precisar muito se eu não queria fazer com ele que assim não tinha de ir ás prostitutas. Imediatamente senti uma excitação estranha a ultrapassar o medo com que estava, talvez por pena dele, talvez por eu gostar de mais de sexo, talvez por ele ser o meu pai, disse logo que sim. A partir dai é quase impossível explicar, ele abraçou-se a mim e eu mesma sem ele pedir colei os meus lábios com os dele num maravilhoso beijo de língua e bem molhado, de tal maneira intenso que sem mais nem menos nos começamos a apalpar mutuamente, ele ainda me estava a apalpar as mamas já eu estava com a piça dele bem dura na mão mesmo por cima das cuecas, quando ele me apalpou a cona e viu de que maneira eu estava molhada foi demais, ele quase que arrancou as próprias cuecas e saltou para cima de mim sem a mínima cerimonia, lembro-me como se tivesse sido ontem, quase mal entrou dentro de mim vim-me de uma forma brutal, acho que cheguei a desmaiar de prazer, apesar da minha precoce adolescência já tinha fodido muita vez mas vir-me como aquela vez nunca tinha acontecido, ele fodeu-me até se vir duas vezes sem tirar fora e eu ainda me vim mais duas vezes. Como a minha mãe estava hospitalizada como disse nessa mesma noite já fui dormir na cama dele onde passei a ser a mulherzinha dele. Graças a esse maravilhoso sábado já fodemos os dois quase há ******* apesar de entretanto a minha mãe ter descoberto o que foi bastante complicado até ela ter compreendido e aceite e também me casei com um homem que ainda hoje amo mas que graças a deus por estar emigrado em África me dá toda a liberdade sem saber que a mulher deles que ele pensa ser uma santinha é mesmo uma grande putinha não só do próprio pai como de outros.
Desculpem o meu português mas não tenho grandes estudos e nunca fui boa a fazer redação. Digam qualquer coisa se assim entenderem.
Beijinhos para todos sejam homens ou mulheres
Cristina (Tina)