Os Vizinhos do Príncipe Encantado

Os Vizinhos do Príncipe Encantado


Conheci a C. no saudoso Netlog. Divorciada, mãe de filhos, emprego respeitável. Uma senhora educada e bem comportada em sociedade mas uma verdadeira puta na hora de foder (como conheci poucas). Estava sempre disposta para alinhar nas minhas fantasias mais loucas e muitas vezes tomava a iniciativa e levava-me com ela na sua luxuriante imaginação . Amava o risco como eu, a tensão acrescida de uma foda em local público e, como é óbvio, de quando em vez, éramos apanhados. Quando não éramos apanhados por acidente ... fazia-mos por isso …

Naquele final de tarde eu apanhei-a em Coimbra e dirigimos-nos ao motel mais próximo, o famoso Príncipe Encantado na EN 1. Sim, eu sei, é rasca, muito rasca mesmo, mas tinha uma cama redonda e muitos espelhos, nas paredes, no tecto (mais uma tara de ambos). Tínhamos decidido tirar umas fotos em conjunto para publicarmos num perfil conjunto no newbienudes e o cenário foleiro daquele motel era perfeito para isso.

Chegados ao quarto do motel fui primeiro à casa de banho e tomei um duche rápido. Quando sai deparei-me com uma visão linda. A C. tinha vestido uma camisa de noite preta muito curta e aguardava-me de barriga para cima e pernas e braços abertos, oferecendo-me despudoradamente a sua ratinha depilada Não sei bem explicar a razão mas sempre considerei a cona da C. a mais bonita que conheci na vida. A sessão fotográfica começou logo ali.






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Baixei-me e aproximei-me devagar da cama. Beijei-lhe os pés, os tornozelos e fui subindo até tocar com a ponta da língua nos lábios daquela linda cona. A C. gemeu baixinho e flectiu os joelhos oferecendo-se à minha boca gulosa. Estava já bem molhada, o que não me surpreendeu, a C. tinha essa extraordinária capacidade de estar sempre lubrificada, pronta para me receber. E como eu gostava daquele sabor ... Não me deixou saborear muito. Puxou-me e deitou-me na cama de barriga para cima. Levantou-se e começou a dançar sensualmente em cima da cama, em cima de mim. Vendo que o meu caralho começava já a ficar duro, foi a vez de ela pegar na máquina e me fotografar a mim.






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A C. baixa-se-se e leva-se ao ritmo de uma qualquer música imaginaria, fazendo roçar a camisa de noite na minha cara, no meu peito, no meu caralho. Avançou uns passos e ficou a dançar de pernas abertas em cima da minha cabeça, dando-me a visão perfeita daquela sua cona deliciosa. Por vezes baixava-se e esfregava suavemente a rata molhada na minha cara. Levantava-se quando sentia os meus inglórios esforços de enfiar a língua naquela cona molhada. Provocou-me durante algum tempo até eu não resistir mais. Num momento em que ela se baixava, agarrei-a com força e encaminhei-a para o meu pau. Não foi necessária muita pontaria ou esforço, ela também desejava o meu caralho dentro si e a penetração foi imediata, ficou montada em cima de mim. Curiosamente, fodeu-me tranquilamente, saboreando-me até ao fundo. A camisa de noite tinha sido atirada para longe e eu acariciava-lhe e beijava-lhe suavemente e agora aquelas tetas de mamilos espetados. Eu acompanhava-a naquela tranquilidade de um amor calmo e ainda deu para tirar mais umas fotos (as melhores não posso mostrar por razões óbvias).






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Ela veio-se suavemente e eu vim-me com ela. Tínhamos feito amor como um casal apaixonado com 20 anos de casamento e não como um casal de tarados (que éramos os dois) a foder num motel rasca.

A C. saiu de cima de mim e vestiu de novo a camisa de noite. A minha esporra ainda lhe escorria pelas pernas abaixo mas não se limpou, gostava da sensação e do cheiro, e eu também. Dirigiu-se à janela do quarto e abriu-a toda. Puxou de um cigarro e acendeu-o. Fui atrás dela e fiz o mesmo. Ali ficámos os dois a fumar e a observar o movimento na estada nacional a uns 100 metros de nós. Quem passava na estrada via-nos à janela do quarto do motel mas sendo quase noite e àquela distância não via as nossas caras. Era excitante. Sem ter muito a noção do que fazia, passei o cigarro para a mão esquerda e deixei a mão direita deslizar-lhe pelas costas até ao rabo, enfiei a mão por debaixo da camisa e acaricie-lhe as nádegas ainda molhadas da minha esporra. Conhecendo a C. como eu conhecia, a reacção dela não me surpreendeu. Mas foi mais imediata e atrevida do que eu previa. Empinou o rabo e afastou as pernas, convidando-me a acariciar-lhe a cona. Deslizou a mão esquerda pelas minhas costas, pelo meu rabo e agarrou-me nos colhões. Ficámos ali alguns instantes a fumar e a acariciarmos-nos mutuamente à janela do motel. Tudo aconteceu depois muito rapidamente. O meu caralho ficou de novo duro com apenas algumas carícias da C.. Deitei fora a beata, agarrei-a por trás, levantei-lhe a camisa de dormir e enterrei-lhe o caralho sem qualquer esforço naquela cona sempre molhada. Fodia-a agora por trás à janela do motel quando ela ainda nem sequer tinha acabado de fumar o seu cigarro. Sabia que quem passava na estrada não conseguiria ver as nossas caras ou sequer o movimento das tetas dela a balançar debaixo da camisa de noite a cada investida minha, mas dificilmente não iria rceber o que estávamos a fazer. Essa ideia deixava-me ainda com mais tesão. E a ela também. A C. gemia agora com um volume suficiente para todo o bairro ouvir e já falava coisas porcas, indicio que desta vez se preparava para se vir em grande ...

Vimos então um carro sair da estrada nacional e dirigir-se à portaria do motel mesmo à nossa frente. Por momentos fiquei um pouco indeciso sobre o que fazer. A C. porém não pareceu hesitar um segundo, continuou na sua sessão de gemidos e na lengalenga habitual do seu tesão “Ai meu Deus! Fode ! Fode-me cabrão!“ E eu continuei a foder como se nada de estranho se passasse. Depois de um minuto ou dois na portaria, o carro avançou até à portão da garagem do quarto ao nosso lado e parou, aguardando a abertura do portão. Espreitei por cima da C., debruçada sobre o pa****ito da janela, para ver a cara dos nossos vizinhos. Mas estava escuro eu só via dois vultos dentro do carro. Apenas quando o portão se abriu e a luz da garagem iluminou o espaço em frente conseguimos finalmente ver um casal todo inclinado para a frente dentro do carro a espreitar para cima, a olhar para a nossa janela. Se queriam espetáculo, iriam ter. Agarrei a C. com força pela cintura e investi com toda a intensidade que a minha juventude de então permitia. Ela gostava de ser fodida à bruta e reagiu como esperado, os gemidos aumentaram ainda mais de intensidade e volume. Já não falava verdadeiramente para mim, gritava para todo o mundo e para o casal lá em baixo “Ai meu Deus! Fode ! Fode-me cabrão!”. E veio-se ruidosamente. E eu vim-me pouco depois numa explosão gigante e demorada de tesão que lhe encheu totalmente a cona com a minha esporra.

Deitei-me exausto na cama redonda para relaxar. A minha respiração estava ainda ofegante. A C. limpou-me cuidadosamente o caralho e os colhões com a boca, talvez na esperança de o fazer ainda voltar ao activo, mas eu estava totalmente ko naquele momento. Beijou-me carinhosamente com os seus lábios ainda com sabor a esporra e deitou-se na cama ao meu lado. Iríamos tentar descansar um pouco antes de tomar um banho e de voltar a Coimbra para jantar. Rapidamente percebemos que dificilmente teríamos muita tranquilidade. Como seria de esperar num motel rasca como o Príncipe Encantado, a insonorização dos quartos era uma merda. Ouvimos os nossos “vizinhos” subirem da garagem para o quarto, ouvimos-los na casa de banho, ouvimos-los a falar já no quarto e ouvimos-los principalmente nos preliminares da queca. Ouvimos-los é uma força de expressão. Ouvimos-la a ela. Ele pouco dizia ou pouco se ouvia. Ela ouvia-se pelos dois. Deitados na cama a relaxar em silêncio, ouvi-mos através dos sons e das palavras bem audíveis da “vizinha” a foda que davam no quarto ao lado. Algo como assistir a um filme porno sem imagem. Confesso que as vozes e gemidos histéricos da “vizinha” me exitaram um pouco e fiquei a fantasiar com a existência em Portugal de um motel com paredes de vidro. A C. também se terá exitado um pouco com aqueles sons porque a mão dela deslizou até ao meu caralho meio murcho e ficou a acariciar-me suavemente.

Em dado momento percebemos que a janela do quarto ao lado se abria e que a foda deles continuava, agora ainda mais audível pelo som que entrava pela janela aberta do nosso quarto. Não dava para enganar. Estavam a imitar o que nós tínhamos feito meia hora antes. A C. não resistiu, correu até à janela e espreitou. Fui atrás dela. Pela janela pude ver uma loira oxigenada, gorducha e mamalhuda, com o tronco meio fora da janela, mamas ao léu, a uivar sonoramente com cada investida do homem. Olhou-nos e sorriu entre cada esgar de prazer, revelando todo o tesão que lhe dava ser vista por nós. Já não dizia nada agora, limita-se a gemer. Sorri também para ela e senti um intenso desejo de conseguir estender as mãos e agarrar aquelas enormes tetas que balançavam ali na janela ao lado. Não o fiz claro (nem conseguiria pela distância entre as janelas) mas a imagem das tetas e a ideia de as apalpar foi o suficiente para, pela terceira vez, o meu pau subir naquele final de tarde. A C. apercebeu-se da minha tusa e disse-me com um ar de falsa infelicidade “a minha menina já não consegue sentir nada, vais ter de me foder o cuzinho”. Assim teve de ser. Subi-lhe a camisa de dormir e depois de o molhar enfiei-lhe lentamente o caralho no cu. A C. não aguentava muita intensidade no cu mas apreciava uma boa foda suave e rapidamente começou a gemer baixinho. Colocamos-nos meio de lado e debruçados sobre a janela para poder ver a “vizinha” a ser fodida e para ela nos ver, e perceber que nós também o fazíamos para ela. Percebeu e sorriu e nós sorrimos também. Ela deve ter dito alguma coisa ao homem, porque a sua cabeça apareceu do lado de fora da janela e sorriu para nós. Outra surpresa daquele dia, o homem era um puto, seguramente muito mais novo que ela, não teria 30 anos. Ele também não queria perder os espetáculo, não foi fácil mas lá arranjaram posição para foder, os dois inclinados para fora na janela, agora num ritmo muito mais pausado por causa da estranha posição. Ali ficámos os dois casais fodendo devagarinho naquelas posições muito pouco cómodas. Naquele ritmo pausado, o homem tinha agora as mãos totalmente disponíveis para percorrer, apertar e acariciar as enormes tetas da “vizinha” sob o meu olhar manifestamente guloso. Percebi naquele momento que ele estava em desvantagem. Sem pedir licença nem avisar, tirei pela cabeça a camisa de noite da C. expondo-lhe as mamas ao casal na nossa frente. Se a C. se importou, não o manifestou. Já o homem na janela ao lado não se importou seguramente nada. Retribui-me um sorriso e foi a vez dele olhar com tesão as tetas da mulher alheia. Demasiado tesão. 3 ou 4 movimentos mais bruscos, percetíveis no balançar das mamas da “vizinha” e veio-se. Afastou-se da janela e nunca mais o vimos. A “vizinha” ali ficou, parada, a ver-nos foder e seguramente com vontade de mais caralho na cona.

A C. sentia prazer com um caralho no cu mas não se conseguia vir só com sexo anal. Achou que era já foda suficiente para uma tarde mas ainda fazia questão de me fazer esporrar uma última vez. Baixou-se entre mim e a janela e meteu o meu caralho na boca para me chupar até me fazer esporrar. E eu ali fiquei, o meu caralho na boca da C. e os meus olhos nas tetas da “Vizinha”. Pareceu confusa num primeiro momento, sem entender para onde tinha ido a C., mas depressa percebeu o tesão gulosa com que eu lhe olhava as mamas. Não via a C. a mamar-me o caralho mas via o prazer na minha cara e o meu orgasmo iminente. E resolveu ajudar-me. Acariciou os mamilos. Apertou as tetas, projectando aqueles bicos em direcção a mim. E eu não resisti, a boca da C. a chupar-me o caralho e a “vizinha” a brincar com as mamas para mim foi demais. Esporrei-me pela terceira vez naquela tarde, agora na boca gulosa da C, olhando fixamente os olhos da “vizinha” que sorria para mim observando cada esgar do meu orgasmo. A C. levantou-se, boca a escorrer esporra, e beijou-me do lado de fora da janela, lambuzando-me de sémen sob o olhar da nossa “vizinha”.
Published by jorge_nudista
5 years ago
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